sábado, 7 de março de 2015

Tudo o que fazem dá certo?!


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Tudo o que fazem dá certo?!

Pessoal,
vocês já perceberam que algumas pessoas tem um quê ... especial, e tudo o que fazem dá certo. Pois é isso mesmo, elas existem e às vezes estão bem próximas de nós.Olhem ao redor.
Melhor: olhem-se no espelho.
Resultado de imagem para autoestima positivaAqui cabe a pergunta do poeta-sambista: “... diga espelho meu se há na avenida alguém mais feliz que eu...”.





  O tema pertence a Constelação Sistêmica: “Êxito na Vida”. E neste contexto temos um olhar privilegiado. A partir desse olhar que nossa conversa toma corpo.

Resultado de imagem para criança buscando a maeParece que o êxito na vida, ou êxito na profissão é o movimento que se inicia ainda muito cedo. Esse movimento começa quando vamos na direção da mãe. Mãe e criança!


Vai-se criando ali um laço bem forte. Laço a gente usa para enfeitar presentes. Laço é tudo o que deixa mais bonito o lugar onde está colocado. Laço não é nó. Laço a gente, se quiser, afrouxa. Nó é diferente. Nó prende e não solta...
Esse laço de afeto de mãe é diferente. É quando é bom ficar junto e também é bom separado. É que é um separado assim meio separadinho... só de leve. A distância pode ser em quilômetros, muitos, mas o laço não se enfraquece com isso. 

Resultado de imagem para mae que mora no ceuMãe pode até morar no céu. É sim, e de vez em quando ela desce até aqui só para matar a saudade do filho triste.
Depois ela volta para lá, que de boba as mães não tem nada.

Aprendemos o jeito de amar  com nossa mãe. 
Olha! Não tem certo, nem errado quando o assunto tem no meio a mãe.  

Hellinger afirma que quando tomamos nossa mãe tomamos também a Vida que dela flui.

Só para ficar bem explicado e fundamentado, vejamos um trecho do autor:

Quando alguém se alegra com sua mãe, também se alegra com sua vida e com seu trabalho. À medida que alguém toma sua mãe totalmente, com tudo aquilo que ela lhe presenteou tomando isso com amor, a sua vida e seu trabalho o presentearão, na mesma medida, com sucesso."   (Hellinger, Bert. Êxito na vida, êxito na profissão: como ambos podem ter sucesso juntos. Goiânia: Atman, 2011, p.12).


 Existe, sim, um modo de ser no mundo que distingue os  que tomaram suas mães em seu coração dos outros que ainda não o fizeram...
Esses receberam todas as dádivas da mãe sem nenhuma restrição. 

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Celebração do presente da vida. 


Só para ficar bem facinho a identificação:

a)  Pessoas das quais queremos estar perto;
b) Irradiam uma certa paz, uma alegria de viver;
c) Em momentos críticos demonstram uma coragem no   enfrentamento das vicissitudes da vida. Deixam-nos perplexo.

E continuando:

Elas ensinam com atitudes e com palavras adequadas.

                                                                    Aprendem com quem sabe.
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Ensinam os que ainda não sabem.

E o fazem de um jeito assim tão bonito que dá gosto e vontade de também ser igual.



A mãe que vive dentro delas é gentil e gentileza é algo profético e os profetas todos sempre mudaram o mundo para melhor.
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O caminho, então, é tomar a mãe com todas as suas nuances e apreender dela o cuidado com a vida.
A dedicação no dia-a-dia atribulado. 
Os momentos onde ela se apresentou apenas como uma mulher comum sem atributos que a distinguisse da multidão.

Dito de outra forma: tomamos nossa mãe quando tudo o que nos move é para servir a Vida. 

Igualzinho ela fez com cada um de nós... E o sucesso baterá à nossa porta.

Simples assim.

Com amor, reverência e gratidão à minha mãe! 


                              
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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Pais e Filhos: trechos da aula











trechos de leitura do grupo de estudo


Ordem do Amor entre Pais e Filhos
 “ A simetria oculta do Amor” é o texto base desse resumo.

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Os pais se sentem aliviados quando:

a) os filhos aprendem a superar as dificuldades da infância e vivem satisfatoriamente;

b) os filhos vivem bem e eles não perpetuam o sofrimento e nem eternizam os ressentimentos contra os pais.

Entretanto, vez ou outra, alguns “preferem” ser infelizes e permanecem no círculo vicioso de ser infeliz e culpar os pais. (p.104).

Ara,ara,menino ! seu mal é sono!  Diria minha sábia vovó.

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Atenção: o autor nos convida a refletir, sobre esse modo de ser de muitos filhos que ainda não cresceram, mesmo, já tendo idade suficiente para ser adulto.

Importante, é para lembrar sempre mesmo:

 Aceitar os pais como eles são e  sem assumir a responsabilidade pelos atos que eles praticaram e nem minimizar o resultado dessas ações............ não é muito fácil e temos de admitir isso!
Todavia, Hellinger  nos dá um bom indício de como se pode ver a situação de outro modo, vejamos a sugestão dada:
“O que você fez é responsabilidade sua. Mas você continua sendo meu pai. Não importa o que você tenha feito, estamos ligados. Estou feliz por você ter me dado a vida. Mesmo que seus atos tenham sido horríveis, sou seu filho, não seu juiz.” (p.107).
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É bom saber:
a)  numa constelação os filhos podem se liberta de algo desastroso feito pelos pais quando conseguem dizer com honestidade: “o que você fez foi terrível para nós e, por enquanto, não o veremos. Mas ainda é nosso pai e nós estamos gozando a vida que nos deu.”.
b) numa constelação, quando o marido agiu de modo desastrado, a mãe pode dizer aos filhos o seguinte: “Casei-me com seu pai porque o amava e, quando olho para vocês, continuo a amá-lo.”.
                                                                  Resultado de imagem para amar o pai nos filhos

Bonito, não é mesmo?!
Se a mãe disser isso com honestidade há grande chance dos filhos sentirem o amor novamente fluindo em suas vidas e sentir-se-ão libertos.

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Observe: quando começa a haver Ordem no sistema o Amor também começa a preencher todos os desconfortos. 
De fato, a Ordem dá um lugar a todos e isso facilita o caminho de volta para o Amor. 
 Todos tem o mesmo direito de pertencer ao grupo familiar e ser como de fato é.
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Penso que o caminho é mesmo esse: o do Amor.
Afinal,não se faz nada de grande durante nossa vida se nossas ações deixarem de ser amorosas.
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Com gratidão e reverência aqueles que me leem de vez em quando....e também aos meus dois fieis leitores. 

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Virminha.




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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Outros autores!

         Entre tantos autores que contribuem para a melhor compreensão

das Constelações Sistêmicas  "Frederick 

Salomon Perls", ou Fritz Perls, como ficou 

conhecido, tem espaço garantido.




Fritz nasceu em Berlim, em 1893, século 19, filho de pais judeus, 

era psiquiatra  e psicoterapeuta,e foi fundador da Gestalt-terapia.

O foco da Gestalt-Terapia é o“processo de ampliar a consciência das sensações, percepções, sentimentos corporais, emoção e comportamento de uma pessoa no momento presente.” (Wikipedia).


Os dois poemas que se seguem são de autoria de Fritz Perls.

 
Oração da Gestalt

 Eu sou eu e você é você.

Eu faço minhas coisas e você faz as suas.

Não estou nesse mundo para atender às suas expectativas e nem você atender às minhas.

Eu sou eu e você é você.

Se nos encontramos assim, é o amor.

                                             Se não, o que eu posso fazer?


Outro Poema


"Seja como você é"


Seja como você é
De maneira que possa ver quem és.
Quem és e como és.
Deixa por um momento o que deves fazer e descubra o que realmente fazes.
Arrisque um pouco, se puderes.
Sinta seus próprios sentimentos.
Diga suas próprias palavras.
Pense seus próprios pensamentos.
Seja seu próprio ser.
Descubra.
Deixe que o plano pra você surja de dentro.


Com gratidão e reverência aos que me leem ... mesmo que só de vez em quando!

       vilma toneloto.





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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Onde aprendemos sobre nossa história?

Onde aprendemos sobre nossa história?



 Aprendemos tudo e o Todo que nos cerca na Família. Aprendemos a falar a língua materna, coisa incrível para uma criancinha, aprendemos andar, correr e depois até de skate conseguimos deslizar... ops!


Ainda, e não me canso de ficar admirada!, o aprendizado da fala é algo tão complexo... simbolizamos ( vinculamos ) um som a uma imagem . Só isso  (e olhe que não é pouco não) já bastaria para ficarmos admirados e desconfiados de tanta capacidade de apreensão de conhecimento.
Claro que dentro desse universo familiar também aprendemos outras coisas. 





“Coisinhas” que marcam profundamente Alma de cada um de nós pois estão profundamente marcadas na Alma da família.
Apropriadamente, Franz Ruppert, professor de Psicologia, Universidade Católica de Munique(Alemanha) , nos ensina como apreender a definição de Alma:




“Defino a alma como aquela força que liga o que pertence a um grupo de seres e o delimita de outro. Uma alma comum inclui assim, conjuntos de seres humanos e delimita-os. Cria o sentimento de pertença.”




Então o relacionamento-aprendizado de cada um com os membros de seu grupo dá o signo da pertença àquele grupo. A Alma do grupo baliza o pensar, o sentir e as percepções de seus integrantes.

Hellinger afirma ser por conta desse sentimento e da necessidade de pertencer ao grupo familiar que surge a boa e a má consciência.
Traduzindo: nos sentimos “do bem” quando agimos dentro do estabelecido na família. Somos “do mal” quando descumprimos as normas dela.




Daí, aparece aquela “COISINHA” chamada de culpa. E ela aparece quando?
Bem, aparece quando tentamos romper o VÍNCULO da pertença ao grupo familiar. Aparece quando tentamos outra compreensão de bem e de mal, de certo errado diferente da prática estabelecida naquele grupo.
Talvez, por isso, pensemos, ideológicamente, que o nosso grupo além de diferente dos outros é melhor...


Vou deixar essa provocação com vocês, meus queridos e fieis dois leitores!



Com carinho e com afeto, ou como preferem : com gratidão e reverência,



virminha.


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domingo, 25 de janeiro de 2015

lembranças de um tempo distante


Sou professora!

Sou professora!

Penso que já nasci assim e.....
Daquilo que me lembro ensinei, de modo primeiro, às minhas bonecas. Elas eram alunas exemplares, explico: eu as colocava lado a lado (de verdade eram só duas é que eu emprestava uma de minha irmã) e elas ficavam tão quietinhas que na minha inocência de criança imaginei que era eu que ensinava bem. 

Cresci. Fui também à escola. Lá, algumas, de minhas professoras gostavam muito que eu ficasse como eram minhas bonecas- alunas: quieta e de boca fechada. Olhos atentos e corpo domado em carteiras enfileiradas. Eu não conseguia ser assim. Eu queria o que não podia: aprender e ensinar tudo junto. Eu devia mesmo ser impossível. 



Depois tive muitos outros professores. Alguns fizeram maravilhas em minha vida. Outros nem tanto. Desses até esqueci os nomes e mesmo a disciplina que ensinavam, ou não ensinavam!... 
Gosto mesmo é de um professor super titulado que não deixava ninguém de exame. Era o máximo. A sala de aula dele era concorridíssima e duvido, ainda hoje, que qualquer de seus alunos deixe de comparecer as aulas. Aquilo é que era sucesso. Hoje, percebo certo sucesso quando ouço os alunos me dizerem que gostam de minhas aulas, que eles aprendem e mudam o comportamento que tinham perante o mundo só por causa delas... ah! Não, não, é bem assim! É mais que isso: eu ensino sobre os métodos da ciência e elas e eles continuam  ensinado-me sobre a alegria da descoberta do mundo que nos rodeia. 




Sucesso é quando uma pessoa percebe que a educação permite que se viva melhor. O acesso a outro idioma, a apreciação de uma obra de arte, a resolução de uma equação matemática revelam-nos nossas habilidades intelectuais e como resultado sentimos alegria. 

É de uma simplicidade angelical, não é mesmo? Mas quem de nós esquece a sensação boa que temos quando conseguimos elaborar o texto final de uma monografia? 

Sucesso ocorre quando uma aluna vai até a casa da gente e nos conta que a folha de resposta da prova realizada no dia anterior ficou com ela e nos afirma categoricamente que não alterou nadinha do que já havia escrito. E insiste dizendo que somente desse modo honesto é que ela poderia relacionar-se comigo como aluna e como futura professora.
Aceitei a folha de resposta dessa aluna. Ela, naquele dia, ensinou-me, e eu aprendi que o sucesso é acreditar na dignidade de cada um de nós.





Com  muita admiração e respeito aos meus professores e professoras  ... vocês tem um lugar em meu coração!



vilma toneloto.



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